
Comanda o festival e as festas do selo Picnik, que nos últimos cinco anos conseguiu ajudar muito a tirar a cena brasiliense de um certo “beco sem saída” na música indie. Trouxeram para a luz do dia o cenário musical, ocuparam parques e espaços públicos da cidade que tem belezas arquitetônicas a mostrar e transformaram suas iniciativas num ótimo case de economia criativa, construído ao redor das festas e do festival uma cidade que gira um comércio de comidas, bebidas, arte, moda, teatro, discussões de diversas ordens. Galera participativa essa que ajuda a financiar os eventos. Miguel, economista de formação, tem um background de agitador cultural desde as festas eletrônicas (bastante) e shows de rock (pouco) que promoveu no centro acadêmico de sua faculdade.
(Texto: Popload)